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Sitemap de imagens separado ou extensão do sitemap XML

Decida se o sitemap de imagens deve ser um arquivo independente ou uma extensão do sitemap existente.

BIBLIOTECA DIEGO HENRICHATUALIZADO EM 24 de setembro de 2026Sitemap de imagens separado ou extensão do sitemap XML

O Google aceita as duas opções: adicionar a extensão de imagens a cada URL do sitemap geral ou gerar um sitemap de imagens separado. Se o site não precisa que suas imagens apareçam na Busca, esse arquivo é opcional; sitemaps ajudam descoberta, mas não garantem rastreamento ou indexação.

Escolha pelo processo de publicação

  • Extensão no sitemap atual: conveniente se uma única rotina já conhece, para cada página, as imagens publicadas. Menos arquivos e uma relação direta página→imagem. Teste se o gerador lida com o namespace adicional.
  • Arquivo separado: útil quando mídia é produzida por pipeline/CDN diferente do HTML, quando a lista é muito grande ou quando a equipe precisa observar erros da mídia isoladamente. Exige manter outra saída, indexá-la no sitemap index ou submetê-la separadamente.
  • Sem sitemap específico: adequado quando não há imagens a descobrir além das já encontradas em <img src> e não há necessidade de apontar mídia adicional. Não mantenha um arquivo vazio só por padrão.

Exemplo com extensão

<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<urlset xmlns="http://www.sitemaps.org/schemas/sitemap/0.9"
        xmlns:image="http://www.google.com/schemas/sitemap-image/1.1">
  <url>
    <loc>https://exemplo.com.br/produto/</loc>
    <image:image>
      <image:loc>https://cdn.exemplo.com.br/produtos/caneca-azul.webp</image:loc>
    </image:image>
  </url>
</urlset>

O sitemap separado usa a mesma estrutura, mas cada arquivo tem seu <urlset> próprio e a página que contém a imagem segue em <loc>. O Google permite até 1.000 elementos <image:image> por elemento <url>; os limites gerais por arquivo são 50.000 URLs ou 50 MB não comprimidos. Se ultrapassar, divida em arquivos e use sitemap index.

Regras de manutenção

  1. Gere a saída depois que a página e mídia foram publicadas; inclua apenas URLs absolutas canônicas, acessíveis e que devem ser rastreadas.
  2. Preserve relação entre a página hospedeira em <loc> e cada imagem; use <image:loc> com URL da imagem, mesmo se ela estiver em CDN.
  3. Confirme que robots.txt e permissões da CDN não bloqueiam crawler. Para imagem em outro domínio, verifique a propriedade da CDN no Search Console quando necessário.
  4. Valide XML contra namespace, caracteres escapados, URLs, duplicidade e lista de imagens realmente públicas. Remova entradas de arquivos apagados.
  5. Não dependa de tags antigas como image:caption, image:title, image:geo_location ou image:license; foram removidas da documentação do Google.

A referência de Sitemaps de imagens do Google aceita arquivo separado ou extensão no sitemap geral e descreve limites e namespace. Para regras de geração/submissão, veja criar e enviar sitemap.

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